domingo, 24 de janeiro de 2016

Como passar o sábado a noite sem Amor & Sexo

Até que não foi tão ruim passar o sábado a noite em casa. Porque vi Amor & Sexo de Fernanda Lima. Imagine se esse programa não é a minha cara? Meus assuntos favoritos.
Que figurinos! Músicas! Que piadas...rs.
Esse primeiro programa teve uns beijos gays... ai, de tirar o fôlego. E a bunda do assistente Borá?  Os dançarinos... Tudo de bom.

Falando em tv aberta, desde ano passado, quando o BBB passou a ter só "gente normal", estou assistindo. É fácil se identificar com pessoas que não estão ali só fazendo um estágio para um programa de humor ou  novela das 6.
Certamente ficção e realidade se confundem nesse programa. E aí eu penso na teoria da literatura. No universo ficcional a faticidade não vem ao caso. O inverso tem de valer também. Se o BBB se pretende uma narrativa não-ficcional, o que houver de representação não importa. É como uma autoficção.

Falando em representação, tenho inventado tanta coisa nos últimos tempos para sustentar minha vida - que já não é dupla e sim múltipla - que começo a acreditar nas minhas mentiras. É uma estranha verdade, quando se conta uma mentira várias vezes ela passa a ser verdade.
Ficção e realidade se confundem. E não é porque eu tenho um pezinho na psicose não.

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