sábado, 19 de fevereiro de 2011

Fim de caso

Sabe aquele cara mais velho, que não posso mais definir simplesmente como mais velho porque o meu amor tem a mesma idade? Vamos chamá-lo de Cara Errado. E tem também meus outros "amiguinhos", o Novinho e o meu parceiro de dança, o "Tímido".

Bem, após me envolver com meu amor de longe, tive que abrir mão dessas companhias. O primeiro que me ligou foi o Novinho. E por telefone mesmo consegui me resolver com ele. Ele é ótimo, não me causou nenhum constrangimento, sempre foi tão compreensivo.

Depois me procurou o Tímido. Achei que não faria mal encontrá-lo pessoalmente, já que ele não é de nada mesmo. Foi aí que ele me pegou de surpresa falando em namoro. Eu desconversei, mas não disse que não sairíamos mais. Fiquei implicada com aquilo. E depois me dei mal, porque não conseguindo falar pessoalmente, nem por telefone, cometi a enorme desonra de encerrar o caso por mensagem no celular. A que ponto cheguei.

Tendo sumido o Cara Errado, não havia porque lhe procurar para dizer: não me procure mais. Mas ele reapareceu e disse que conversar. Não levei muito a sério. Mas do nada, ele resolveu marcar essa conversa. E como foi duro esclarecer tudo. Fiquei emocionalmente exausta.

Ele me abraçou e senti vontade de chorar. Como um estranhamento, nada do calor bom que o corpo dele tinha antes. Vi que não gostava mais dele, que a perda era irreversível.

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